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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Estou no alto da montanha.
Daqui deste ângulo percebo linhas, decidas, subidas.
Declines, lombadas, curvas sinuosas e acentuadas.
Vejo uma reta quase infinita e estável e quando paro para vislumbrar de forma arredondada, de um olhar circular eu consigo ver todos estes segmentos trabalhando juntos, como em uma harmonia crescente que declina para retomar sua subida.
Um ciclo frenético, um ritmo intenso. Uma ramificação que automaticamente necessita da outra para dar continuidade, uma bifurcação que leva a outra,diante e avante..
Cada opção de rota, levará você à uma colisão, para uma expansão ou apenas diversão.
Passo a quinta e me permito ser guiada pelos instintos: pés no chão e mente voando acima.

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